sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Não deixe de perder!!!


É minha gente...dezembro ta aí! E pra maior alienação dos alienígenas alienados, vem a programação da tv globo.
QUE É ISSO?!?!?!?!??!?!
Sem querer bancar a intelectual, (pq eu assisto cada coisa... se eu contar vcs nunca mais voltam aqui, então vamos manter o suspense e deixar a imaginação voar) mas dá vontade de chorar! É apelação demais; é burrice demais; é desconsideração demais. O que o povo fez pra merecer isso?
Assistir pela 75639847057865ª vez “esqueceram de mim”, em todas as suas versões: 1, 2, 3, em Nova Yorque, no Central Park, na Jamaica, com Macaulay Culkin, com aquele outro molequinho xarope que eu não sei o nome... é muita maldade!
Ou então os filmes sobre Maria, Jesus, Natal...essas coisas pra aproveitar a época.Tem também a Missa do Galo, o Show da virada, Especial de fim de ano com Roberto Carlos, BBB, receitas especiais com a Ana Maria Braga...esqueci de alguma coisa?
Já não gosto do natal (nem adianta fazer careta que eu não mudo de idéia nem pagando). Pra começo de conversa, Jesus não nasceu em Dezembro; sendo assim, a comemoração perde o sentido. Segundo, é o mês da falsidade. Todo mundo fica bonzinho e desejando coisas boas. E o maior de todos, depois que meu avô morreu, natal perdeu a graça...
Voltando à programação da Globo, como eu não gosto do natal, a tv só me faz desgostar cada vez mais. Sendo assim, começo hoje a lista dos livros que vou ler até passar essa fase...então, sugestões podem ser deixadas aqui...serão muito bem vindas, obrigada!
Agora, se você se amarra no natal, na programação da Globo e em todo o resto que acompanha o pacote, pode começar a cantar...
“Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou; nesses novos dias as alegrias serão de todos é só querer; todos nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa lalalalalala, lalala...”

sábado, 24 de novembro de 2007

Sobre a criatividade

Eu não sou criativa! Isso é um fato e não se discute. Quando tenho lá alguma idéia aceitável tento anotar o mais rápido possível e com o maior numero de detalhes, porque além de não ser criativa também não tenho uma boa memória.
Talvez seja esse o motivo da minha loucura com livros... acho que eu busco novas idéias, novas visões, novas possibilidades. Ou sou só uma “livro maníaca”, então isso também entra para o rol das coisas indiscutíveis. Graças à falta de criatividade, é normal que eu use textos e idéias que nem de longe me pertencem, afinal de contas nesse mundo nada se cria, tudo se copia. Mas é claro que quando isso acontece, eu me dou ao trabalho de citar o dono da coisa roubada [não, não sou cleptomaníaca, leia direito e entenda o contexto].
Até porque usar uma idéia de outra pessoa e não dizer a quem pertence é, no mínimo, deselegante. Isso sem contar a possibilidade de alguma alma desavisada ler a idéia original e o plágio. Imagine a cara de tacho do pobre coitado ao ser contestado sobre a originalidade das suas idéias. Por isso, voto por citar as fontes. Sempre!
No mais, confesso que minhas idéias não são sempre minhas. São encontradas por aí, pensadas por outras pessoas e copiadas por mim de acordo com o que imagino ser mais interessante sobre o assunto. E, como não há nada de novo debaixo do sol, não posso me dar ao luxo de imaginar que tal idéia ou expressão foi criada por mim e copiada de mim, até porque é bem provável que eu tenha copiado de alguém primeiro. Sendo assim, estamos livres e desimpedidos para usar idéias alheias, contanto que sejam dados os devidos créditos (ou descrédito, dependendo do caso =P ). Afinal de contas, nesse lugarzinho insano que é a web, seria muita pretensão julgar-se dono de alguma verdade.



segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Não julgue o livro pela capa...

...nem o homem pelo sorriso! Já dizia minha avó!
Ele estava lá naquela estante; mais um na multidão de livros da Nobel. Eu olhei pra ele, ele olhou pra mim, nós nos olhamos, ele fez uma cara de cachorrinho sem dono... quando juntei isso ao título e à sinopse, decidi: vou comprar!
Ó dinheiro jogado fora!!! Tudo bem que os livros do Jabor estão longe de ser algo que se diga “Que livro! Que história!”, mas pensei que aquele seria diferente. Tão bem diagramado, papel tão bom daqueles que dá vontade de ler, sabe? Mas enquanto lia só conseguia pensar em uma coisa: “que merda de livro!” (perdão pela palavra...). Mas minha gente, o que é aquilo?
Eu sei que vou te amar é uma mistura de nada com coisa nenhuma. A típica história com cara de paisagem sem vento que me tira o gosto pela leitura. 136 páginas de uma história sem pé nem cabeça tirada e não tirada de um filme, palavrões, nomes terríveis e confissões ridículas de um casal que se separou e tentam colocar tudo em pratos limpos.
Dizem que o amor e o ódio são separados por uma linha imaginária. Talvez seja essa a explicação pra essa relação doente que tenho com o Jabor. Odeio o que ele escreve, mas leio tudo. Ainda acho que ele é arrogante, mas me interesso por tudo o que diz. E assim vou vivendo...amando e odiando, pensando que ele deveria ficar quieto com os comentários, artigos e críticas, mas ao mesmo tempo querendo descobrir qual será o próximo livro.
Vai entender...