quinta-feira, 10 de abril de 2008

Eu odeio bicha!
Eu não to falando dos gays. Não das lésbicas. Não daqueles discretos e que sabem que ninguém tem nada a ver com a vida deles, mas também não se envergonham da escolha que fizeram. To dizendo que eu odeio as bichas. Aquelas coisas loucas, estranhas, efusivas, aparecidas que fazem questão de se mostrar. Aquela mulher-macho que faz questão de te deixar saber que ela é sapata meeeeesmo.
E só pra deixar tudo esclarecido: eu não tô levantando a bandeira GLS. Pelo contrário. Se fosse pra existir opção sexual Deus teria criado dois Adões, duas Evas e gritado “cada um com seu par”. Como a historinha foi diferente, não me resta alternativa além de achar que isso deve ser algum tipo de desvio ou sei lá o que. Adiante.
Estava eu no mercado ontem à noite quando percebo um casal gay logo em frente. Até aí tudo bem porque eu não tenho NADA contra os gays (É bom deixar claro antes que alguém resolva me processar). O negócio todo é que um dos caras começou a fazer escândalo, dizendo que ele era gay mesmo e que fazia o que tivesse vontade (agora você solta sua imaginação e pensa qual seria a tradução literal pra o que ele falou, porque euzinha aqui não vou repetir nada nesse blog). Entre palavrões e explicações exageradas sobre a opção sexual do sujeito, parte do mercado já estava assistindo tudo meio escandalizado, mas ninguém, NINGUÉM foi lá pedir um pouco menos de...extravagância. Pra não dizer outra coisa.
Chamar a atenção dos heteros pode. Das bichas não porque é preconceito. É perseguição. Em um mundo liberal como esse, onde todos podem tudo, é preconceito pedir respeito. Acho que o preconceito todo não vem de fora e sim da pessoa que ainda não se aceitou e tenta culpar alguém por isso.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Sobre a confiança
Acho que o erro maior foi meu.
Confesso que eu sempre acreditei no que você me dizia. Às vezes duvidava de uma coisa ou outra, mas como vinha de você, acabava deixando de lado e pensando que devia haver bons motivos pra fazer o que estava fazendo. O triste disso tudo é que eu não esperava isso de você. Tudo bem, talvez eu até soubesse, lá no fundo, que um dia isso acabaria. Até porque nossa relação sempre foi muito... Como posso descrever? Perturbada? Seria essa a palavra certa? Crises de amor e ódio, desejo e repulsa... Sempre me avisaram pra não acreditar em tudo o que vinha de você, e de tipos como você. Por um tempo preferi ignorar.
Continuar com você independente do que os outros pensavam. Mas não existe relacionamento sem confiança. No começo de tudo eu sentia orgulho. Sair com você, estar com você mesmo sem fazer nada, só pra que outras pessoas pudessem ver que eu TINHA você. Depois comecei a ficar um pouco envergonhada. Preferia ser vista sozinha. Conheci coisas novas, diferentes, mas você continuava ali. Hoje ainda te procuro, mas quando vejo você com outras pessoas penso logo: -Pobres...serão enganados como eu fui! Mas não ouso dizer uma única palavra. Talvez todos saibam o mesmo que eu, e também prefiram manter a relação.
Continuo acreditando que você poderia sumir de uma forma mais digna. De cabeça erguida, por vontade própria. Talvez isso continue por muitos e muitos anos, mas dificilmente apagará tudo o que aconteceu. Ah, Veja. E pensar que você era a melhor, hein? Que decepção, minha cara! Que decepção, Veja!





quarta-feira, 2 de abril de 2008

















Precisa falar alguma coisa?
Honestamente roubado de:
http://www.contapramarcela.blogspot.com